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Casa do Alemão: tradição e sinônimo de bons negócios
Com 64 anos de história, a Casa do Alemão mantém um público fiel, ávido por sanduíches e outras iguarias que não se encontram em qualquer lugar. Apesar de carregar a experiência que o tempo atribui aos sexagenários, a empresa também demonstra a agilidade da juventude para se manter com um visual moderno e iniciar uma nova política de expansão, contrariando a máxima de que não se mexe em time que está ganhando.
Fundada em 1945, por Valentin Augusto de Aguiar, com o nome de Panificação Quitandinha, no mesmo local onde até hoje funciona a fábrica e a matriz da empresa, na entrada de Petrópolis, a Casa do Alemão só foi ganhar este nome alguns anos mais tarde. Primeiro chegaram os irmãos Fontaine nesta sociedade (Joubert, Foch, Nestor, Joffre e Soly), numa época em que o carro chefe da empresa ainda eram os biscoitos amanteigados de Petrópolis. Em 1958, com mais dois sócios, o casal Stjepan e Julia Kern, a empresa iniciou uma nova etapa, passando a oferecer um cardápio alemão. Isto feito, foram necessários apenas dois anos para que este novo cardápio criasse a possibilidade de abertura da primeira filial e exigisse um novo nome para a empresa, que em 1960, com a inauguração da loja na rodovia Washington Luiz (sentido Petrópolis), passou a se chamar Casa do Alemão.
Hoje, são sete filiais espalhadas pelo Estado do Rio. Em pleno processo de reformulação, a Casa do Alemão vem mudando o seu foco, deixando de abrir novas lojas de passagem (beira de estrada) e assumindo um perfil mais urbano e moderno (lojas de destino). Um exemplo deste novo posicionamento são as lojas de Itaipava e da Barra da Tijuca (última unidade inaugurada). “É neste caminho que vamos crescer”, afirma André Fontaine, proprietário da loja de Itaipava.
Agora que você já sabe um pouco sobre a história, caso ainda não conheça os deliciosos sanduíches, não perca nem mais um minuto. Vá logo experimentar.
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