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Atividades em família dão resultado nos negócios e no tatame
Nascido no interior de São Paulo, dr. Denisvaldo Silveira provavelmente não fazia ideia de que um dia viria a morar em Petrópolis. A passagem pela cidade serrana teve como finalidade a conclusão do curso de farmácia. Ele nunca mais deixou o município, formou-se também em bioquímica, especializou-se em análises clínicas, e, há 11 anos, é um dos diretores do Laboratório de Corrêas.
A profissão que escolheu também foi a escolhida dos três filhos, que seguiram os passos do pai. Hoje, o Laboratório de Corrêas une toda a família.
“Foi vendo de perto o trabalho do meu pai, a paixão, a dedicação dele e a motivação que fui incentivado. Ele nunca nos pressionou”, afirma Denis Filho, 28 anos, o mais velho dos irmãos. Ainda de acordo com Denis, o trabalho em família amplia os laços, unindo-os ainda mais. Ter todo este esforço reconhecido se torna uma satisfação.
“Eu viso a união da família e consegui obter profissionais capacitados para as funções mais importantes em uma empresa e, no Laboratório, a opinião de toda a equipe é importante”, destacou dr. Denisvaldo, dizendo-se orgulhoso de ter uma empresa em Petrópolis, onde conquistou a confiança do público e dos parceiros através “de um trabalho transparente”. Hoje, o Laboratório conta com oito pontos de atendimento, onde são realizados todos os exames de análises clínicas.
Mas, em Teresópolis, não é que encontramos uma história diferente. Ao invés do pai ser o incentivador, foram os filhos que deram o “empurrão” para que Sandro Tavares, de 37 anos, praticasse jiu-jítsu. João Vitor, de nove anos, e Ana Carolina, de cinco, começaram cedo a ter contato com o esporte. E foram naqueles famosos momentos de levar e buscar a criançada, na academia, que Sandro e a esposa Milene decidiram entrar na brincadeira. “Foi lá, assistindo todos os dias, conversando com o treinador, que me interessei”, afirmou Sandro.
João já participa de competições. No currículo estão o primeiro lugar no Campeonato Estadual, em 2008, e a terceira posição no Campeonato Brasileiro, ocorrido neste ano. Um verdadeiro orgulho para a família. Ana só poderá competir no próximo ano e, apesar de gostar de um esporte considerado só para meninos, os pais a incentivam, já que o jiu-jítsu está fazendo a diferença na formação dos jovens. Disciplina e educação são as principais lições aprendidas.
“É bom, a família toda faz, o que nos permite ficar mais tempo juntos, além de ser importante para o corpo e para a mente”, disse Milene, mostrando-se apaixonada pelo esporte.
São histórias como essas que mostram a importância de relações construídas com base no respeito e na amizade. Não importa a idade, cada um representa uma peça chave para tornar possível a existência de uma relação repleta de admiração e orgulho.
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