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09 de Fevereiro de 2011 | 16:18

Imagem de Petrópolis pode não ter sido afetada pela tragédia das chuvas

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Redação - Notícias da Serra

Com o objetivo de avaliar o dano que a tragédia das chuvas causou a imagem de Petrópolis, a 3com comunicação empresarial desenvolveu um estudo, cujo resultado indica que entre os usuários da internet, a imagem da Cidade Imperial pode não ter sido afetada pela tragédia das chuvas. O estudo foi baseado nas pesquisas realizadas no Google, em todo o território nacional, entre os dias 10 de janeiro e 5 de fevereiro de 2011, sobre os municípios de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.

Durante o período analisado, o termo “Nova Friburgo” foi o mais pesquisado e os usuários que demonstraram maior interesse nesta pesquisa foram do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília e São Paulo. Os principais caminhos de busca identificados pelo Google, foram: “chuva nova Friburgo”, “enchente Nova Friburgo”, “mortos Nova Friburgo”, “notícias Nova Friburgo”, “Nova Friburgo fotos” e “tragédia em Nova Friburgo”. “Teresópolis”, que ficou em segundo lugar no ranking de pesquisas no período, despertou o interesse apenas de usuários do Rio de Janeiro e São Paulo, mas os caminhos de busca identificados pelo Google, mostram que a imagem do município também foi muito afetada. Termos como: “mortos Teresópolis”, “prefeitura de Teresópolis” e “tragédia em Teresópolis” estão entre os principais caminhos de busca que os usuários utilizaram para obter informações sobre a cidade. Já para o termo “Petrópolis”, o Google não identificou nenhum volume de pesquisa fora do padrão. O maior número de acessos interessados na Cidade Imperial foi gerado pelas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo e o principal caminho de busca no período foi “Petrópolis RJ”.

Apesar de Petrópolis ter sido noticiada de maneira sensacionalista, a análise dos números referentes às pesquisas realizadas no Google, ao longo dos últimos dias, indica que aparentemente, os usuários sabem que Petrópolis foi pouco afetada. A falta de interesse pelo termo Petrópolis pode ser justificada ainda pela diferença no número de mortos, que foi divulgado e atualizado constantemente por todos os meios e veículos de comunicação. De toda forma, esse fato isolado pode não ser plenamente positivo, pois ao aumentar o período analisado para 90 dias, percebe-se uma redução nas regiões interessadas pela cidade, além do Rio de Janeiro e São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia e Minas também pesquisavam sobre a cidade. Ao analisar o tráfego referente ao mês de janeiro de 2010, além do Rio de Janeiro e São Paulo, aparece também o Rio Grande do Sul.

“O estudo indica que estamos no caminho certo. Estamos focados em criar e divulgar eventos que despertem o interesse e o desejo no turista de visitar a cidade”, afirma Marcelo Fiorini, presidente do Sicomércio e integrante do CAPP.

Para Daniela Moreira Machado, diretora de conteúdo da 3com comunicação empresarial, “a pesquisa mostra que além dos veículos tradicionais de comunicação, é fundamental aumentar o volume de informações positivas sobre a cidade também na internet. Tanto com a criação de uma campanha publicitária, quanto com a inserção de informações positivas e relevantes em portais, sites e blogs. Petrópolis conta com excelentes agências, tanto de publicidade, como de assessoria de imprensa. É fundamental envolver esses profissionais.”

 

 

 

 

 

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