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22 de Dezembro de 2011 | 15:04

Cesta básica aumenta mais de 8% em 2011

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Foto: Banco de Imagens

Redação - Notícias da Serra

Durante o ano de 2011, o preço da cesta de compras consumida pelas famílias de Petrópolis registrou aumento médio de 8,18%. De acordo com pesquisa divulgada pelo SICOMÉRCIO – Sindicato do Comércio Varejistas de Petrópolis, em parceria com a Fecomércio-RJ, o preço do tomate, por exemplo, dobrou de preço, ficando até 101,85% mais caro. Em contra partida, outros itens apresentaram redução de preço, como a laranja pêra (-23,48%), a banana prata (-15,53%) e o feijão (-6,49%).

Em novembro os itens da Cesta de Compras, consumidos pelas famílias de Petrópolis, apresentaram variação de 1,11%. Em outubro, a alta foi 1,68%. Com mais esse aumento (o terceiro consecutivo), o valor médio da Cesta passou de R$ 443,37, em outubro, para R$ 448,27, em novembro. No ano a taxa situou-se em 8,18% e nos últimos doze meses em 10,14%. O levantamento foi realizado entre os dias 01 e 30 de novembro.

Em novembro, todas as faixas de renda familiar pesquisadas aumentaram os seus gastos, e as famílias mais prejudicadas foram as que recebem até dois salários mínimos, visto que seus custos ficaram 1,38% maiores. Na análise por grupo foram registrados os seguintes resultados: para o Grupo 1 (famílias que recebem mensalmente até 8 salários), a alta média no mês foi de 1,26%, e para o Grupo 2 (famílias com rendimento familiar acima de 8 salários), a taxa situou-se em 0,99%.

No mês, os itens que apontaram os maiores reajustes de preços foram cebola (12,26%), tomate (10,34%), batata (7,44%) e feijão (6,29%). Em contrapartida, maçã foi o item que mais barateou, ficando 12,20% mais em conta; seguida por ovo de galinha (-8,14%) e leite em pó (-4,36%).

 

Acúmulo dos preços, desde janeiro, chega a 8,18%

 

Durante o ano de 2011, os preços estão acumulando alta média de 8,18% no custo geral da Cesta de Compras consumida pelas famílias de Petrópolis, ficando acima da taxa registrada em igual período do ano anterior (7,38%). As famílias que recebem, mensalmente, até dois salários apresentaram o maior aumento acumulado de custos, com reajuste médio de 8,96%. No período, tomate mais que dobrou de preço, ficando 101,85% mais caro, seguido por cebola (62,21%) e cenoura (57,23%). De maneira inversa, laranja pera (-23,48%), banana prata (-15,53%) e feijão (-6,49) estão entre os itens que mais reduziram de preço no período.

Considerando os últimos doze meses, apurou-se alta de 10,14% no custo geral da Cesta, taxa superior à observada em igual período do ano anterior (5,53%). As famílias mais prejudicadas foram as que recebem, mensalmente, entre seis e oito salários, pois gastaram 10,62% a mais do que gastavam em novembro do ano passado.

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